Tendo contrato até dezembro de 2026, o técnico Lionel Scaloni falou pela primeira vez sobre a possibilidade de uma continuidade. Em entrevista ao canal asiático MiGu, antes da pausa para a Data Fifa, o treinador deu indícios de uma possível renovação.
“Vamos tentar, estejamos aqui ou não”, comentou. Ainda que siga um mistério sobre a permanência ou não, as palavras de Scaloni foram interpretadas pela imprensa argentina como um indicativo de que ele tende a iniciar a renovação da seleção após a aposentadoria de Messi e de vários campeões de 2022.
“Eles realmente merecem, essa é a nossa intenção nos próximos jogos: dar aos jovens jogadores a oportunidade de se adaptarem ao nosso estilo de jogo . Agora começa um período importante e empolgante, um momento para confiar nesses jovens jogadores que estão batendo à porta“, analisou.
Palavras de Scaloni indicam trabalho por renovação do ciclo
Em outro momento da entrevista, Scaloni chegou a traçar um paralelo do futuro com o que aconteceu no último título da Copa América, nos Estados Unidos. Mesmo entendendo que há dificuldades, o comandante acredita que há chances de um novo elenco também competitivo.
“Porque depois de ganhar tudo e com dois anos até a Copa do Mundo, havia algumas dúvidas sobre o que estava por vir. E voltando a isso , a sensação de que poderíamos continuar competindo, e a verdade é que poderíamos “, explicou.
Ao falar do período pós-Copa do Mundo, Scaloni acrescentou: “Não estou dizendo que precisamos repetir os títulos, mas sim que precisamos criar uma conexão positiva dentro da equipe, que as pessoas se identifiquem com ela, mas é difícil de alcançar. Não será fácil repetir algo assim“, comentou.
Messi também é foco do treinador argentino
Saindo um pouco do tema sobre a dúvida sobre uma permanência e renovação de ciclo, Scaloni falou sobre Messi. O camisa 10, que já anunciou a aposentadoria da seleção argentina, está cotado para jogar a despedida em amistoso contra Benin, em outubro.
Sobre o astro argentino, o treinador fez questão de dizer que gostaria de treinar o camisa 10 quando mais jovem. “O Messi de 22 ou 23 anos era um jogador único. Ele também jogou bem conosco, mas eu gostaria de tê-lo tido quando era jovem . Ele era único, ele é único“, pontuou.




