Palmeiras e Flamengo podem ter nas próximas semanas uma das maiores oportunidades de mercado dos últimos anos: o lateral-direito Dodô. Em fim de contrato com a Fiorentina, o lateral não aceitou a renovação, deixou de ser utilizado e já poderá assinar um pré-acordo nos próximos meses.
Dodô, para começar, é um jogador acima da média no futebol brasileiro. O lateral esteve muito próximo de reforçar o Nottingham Forest nas últimas semanas, mas as negociações não avançaram para a assinatura. Sem um acordo pela renovação, a Fiorentina também passou a deixá-lo de lado.
Dentro de campo, o grande diferencial de Dodô é a capacidade de não ficar preso a uma única função. Ele tem velocidade, aceleração, conduz bem a bola e pode avançar pelo corredor, mas também consegue aparecer por dentro para participar da construção.
Palmeiras e Flamengo surgem como opções ideais
No futebol brasileiro, Dodô poderia atuar como um lateral de apoio e construção, alternando entre a amplitude e os movimentos por dentro. Em uma saída de três, por exemplo, teria liberdade para avançar ao meio-campo, enquanto um volante ou zagueiro protegeria o espaço deixado.
Uma das equipes em que esse perfil poderia encaixar perfeitamente é o Palmeiras. Apesar de ter tranquilidade com Agustín Giay, a tendência é que o argentino seja negociado nas próximas janelas, e Dodô poderia ser o substituto ideal.
O mesmo vale para o Flamengo. Guillermo Varela já tem 33 anos e o clube pode pensar em uma substituição nos próximos mercados. Dodô ofereceria uma alternativa mais dinâmica, podendo dar amplitude, combinar com os atacantes e atacar a linha de fundo.
Dodô tem espaço na Seleção Brasileira?
A lateral direita é um dos setores da Seleção Brasileira que mais precisa de renovação. Wesley aparece como um dos principais nomes para a posição, mas as alternativas para a reserva ainda não estão totalmente definidas, e Carlo Ancelotti tende a observar cada vez mais jogadores para o setor.
Nesse cenário, Dodô certamente poderia entrar no radar do treinador. Caso retorne ao futebol brasileiro e consiga manter o nível apresentado na Europa, teria um perfil interessante para a Seleção: velocidade, condução, cruzamento e capacidade de dar amplitude.




